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Itororó

PLANO MUNICIPAL DE SANEAMENTO BÁSICO FOI CONCLUÍDO EM 2020.

Florisvaldo Lopes

Para quem não acreditava, e fazia chacota de minha luta, e para os que, conhecimento não tiveram, o PMSB – o plano municipal de saneamento básico, foi concluído.

Breve histórico:

O advogado e ambientalista, Florisvaldo Lopes Gonçalves, em 2010 trouxe o PMSB – plano municipal de saneamento básico, criado pela lei, 11.445/2007, para Itororó, entregando-o ao prefeito Adroaldo Almeida, e em abril de 2011, vindo de São Paulo, em definitivo para sua terra natal, teve início a luta contra a má vontade do alcaide, sendo que, em dezembro de 2011, premido por enorme pressão, foi assinado entre o mesmo e a promotora à época, o TAC, termo de ajustamento de conta, onde o município, pelo gestor, assumiu o compromisso de elaborar o fantástico PMSB.

Marco Brito, em 2012, tendo vencido a pleito eleitoral, após desinteligências comigo, achou que não deveria mandar elaborar plano algum, afinal, em terra de compadrio, quem faz a lei é quem detêm os podres poderes; ocorre que, após duas carreatas, com o apoio de Rubinho Cordeiro, em seu programa na Rádio Itapuy, sendo que na segunda delas pusemos quase três mil pessoas na praça Cel. João Borges, somente com a caminhonete do amigo Amaury, do grupo de forró, como carro de som no apoio; poucos dias após a última carreata o prefeito Marco Brito, sentindo a pressão da sociedade, resolveu licitar e contratar a empresa, ARCO ENGENHARIA S/A, de Salvador, diretor José Carlos Matos, já em fins de 2014; o ex-gestor Adroaldo Almeida, em 2012 havia conseguido os recursos, R$ 243, 000,00, junto ao governo federal, exatamente para a elaboração do PMSB, (para bem da verdade, mesmo com a má vontade inicial, Adroaldo, após assinar o TAC, correu atrás e conseguiu os recursos para contratar a empresa para elaborar o plano).

Porém, mesmo com a empresa contratada em fins de 2014, devido mesmo a ausência de comando no município de Itororó, como todos sabem, José Carlos Matos / ARCO, deficientemente tateava na elaboração do PMSB, devido à ausência de pessoas hábeis para fornecer os dados precisos por parte do município, a deficiência foi de ambas as partes, na evolução da elaboração do plano, da empresa ARCO e do município; mesmo assim, a empresa fez uma parte, tanto que o órgão governamental responsável pelo pagamento autorizou algum repasse, (se não tivesse sido feito, mesmo parcialmente, não haveria pagamento), os recursos estavam depositados no Banco do Brasil de Itororó.

Início de 2017, novo gestor, médico arrogante, um lobo em pele de cordeiro, achou que deveria impor a marca de sua crueldade na gestão, e rompeu o contrato, com a empresa ARCO, tanto que ocorreram críticas de minha parte nos veículos de comunicação local, nada adiantando; somente

após muita pressão e premido por uma representação do advogado Lopes, ao Ministério Público, foi assinado o TAC, termo de ajustamento de conduta, obrigando-o a elaboração do fantástico PMSB – plano municipal de saneamento básico.

Após muita insistência em elaborar o plano somente com o pessoal da prefeitura, (afinal, ele estava fazendo com má vontade, premido pelo MP), que, mais tarde foi visto por ele, ser impossível, devido a enorme complexidade do mesmo, o prefeito do mal contratou duas Engenheiras Sanitaristas e Ambiental de Salvador, sempre sob a coordenação de um Engenheiro da Funasa.

Enfim, em dezembro de 2020, foi entregue concluído, o PMSB, criado pela lei 11.445/2007, que eu trouxe em 2010, para sanear nossos Rios, dar fim ao lixão, e dar nova cara a nosso município.

Para alcançar o cenário ideal onde o município investe na gestão dos serviços públicos de saneamento básico e aposta em tecnologias apropriadas com a participação e controle social, estimou-se, ao longo de 20 anos, a necessidade de se investir R$ 144.474.796,64, (cento e quarenta e quatro milhões, quatrocentos e setenta e quatro mil, setecentos e noventa e seis reais e sessenta e quatro centavos), com medidas estruturais e estruturantes, em saneamento básico.

Agora, só esperar bom tempo, pós pandemia, no cenário nacional, e correr atrás dos recursos para a execução, mudando a cara de nosso município.

Aí está o resultado da luta travada por Dr. Lopes, desde que aqui chegou, em prol de nosso povo, nosso meio ambiente/Rio Colônia e demais Rios de Itororó.

 

Um Comentário

  1. Ressaltamos que o arquivo mostrando a grandeza desse plano não foi exposto aqui no blog devido ser muito Pesado, 1.442 páginas.

    Porém pode ser visto na prefeitura, na Câmara Municipal ou mesmo com Dr Lopes. Afinal o plano é público.

    Quem tiver interesse em tê-lo em seu computador basta falar com Lopes que será enviado via e-mail.

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