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Itororó

GRANDE EXPEDIENTE PARA ANDRÉA ESTÁ SENDO UMA SESSÃO DE TORTURA, POIS, A “COITADA”, JÁ NÃO DISPÕE DE MAIS ARGUMENTOS PARA ENROLAR O POVO

a líder

Milton Marinho

 

Confesso que estou deveras impressionado com a exposição da líder do governo na sessão da câmara da última terça-feira. Depois de ter, na semana passada, ministrado uma aula de ética de fazer arrepiar Sócrates na tumba. Na incipiente noite da sessão do dia 25, Galeno de Pérgamo, o não menos considerado precursor e pai da medicina moderna deve ter surtado no além- túmulo.

Só faltou para Andréa completar a peça que viria mais adiante, a classificação, como fez Galeno dos ossos e das concavidades medulares dos enfermos, ali na câmara, expostos em sua aula inaugural de medicina e anatomia. Andréa relatou a via crucis de um doente no município para se locomover em busca da saúde adequada. Tudo na base da retórica escorregadia de fazer inveja a pau-de-sebo ou a quiabo em Ápreparativos de caruru. Sobre a vida como ela é, de verdade, como a que estava  à um palmo diante do nariz de Andréa, ela nada falou.

O médico Galeno, igualmente Andréa que percorreu o mundo em sua aula, investigou os nervos cranianos e comprovou, através da prática, que o rim é um órgão que secreta urina. Andréa aplicada em sua aula, revelava para nós o mundo fascinante da neurologia. Galeno morreu por volta do ano 200, possivelmente na Sicília… Mas deixa de conversa fiada Milton que tem gente mais competente na área para ilustrar a matéria da ciência dos nervos, na mais fina flor da avançada medicina de todos os tempos: Andréa Figueiredo nossa atriz principal.

Andréa iniciou sua fala, (numa espécie de universo paralelo), evocando a memória das pessoas para lembrar de destilar com ela uma dose cavalar de veneno contra o ex-prefeito Marco Brito que, no seu governo, por motivo de perseguição política, faltou com os pagamentos de sua irmã por mais de 3 anos e 6 meses, depois, a moça ainda foi  colocada no olho da rua, sem direito a nada, de modo que, atualmente a moça se encontra hospitalizada com paralisia facial em detrimento dessa ação de Marco, o que pôde ter atingido o sistema nervoso central de sua irmã deixando-a em situação abalada e doente.

Andréa, depois de dar uma aula de neurologia e de ciência médica, de ter defendido políticas a favor de combate a doenças crônicas, entra na seara da retórica de reconstruir passados e desconstruir problemas do presente, hipotecando, ao que passou toda culpa e ao presente, nenhuma condenação. Elaborando mais uma de suas peças no parlamento; Andréa a queridinha da primeira dama e secretária, em sua aula atingiu picos de “delirium tremens” , viajou na maionese. com o propósito vaidoso e arrogante de passar seus dez minutos do Grande Expediente da casa numa enrolação sem igual; conversa tinhosa, retórica astuta que não buscava alcançar objetivo nenhum, só afim de enrolar o povo e deixar claro a culpa de seu governo em nosso cartório social, municiada pela veia e pela verve do governo ruim de cela que insiste em tocar. Andréa já entendeu que o seu governo não verte nenhuma virtude; pecados estão sobrando junto com seus pecadores e, a magnânima professora está acuada na jaula do parlamento e na sociedade.

Numa espécie de tratado sobre as vantagens e desvantagens do homem e sua memória ruim; não sei aonde ela foi arranjar isso para dobrar o povo, tudo isso numa parábola, para ilustrar no tempo e no espaço o descaso dos governos passados com a população a exemplo do Loteamento, dando assim, uma satisfação insatisfatória, (força do hábito) ao público do bairro pobre que se fazia presente.

Filosofando entre a lembrança do esquecimento do homem, clichês e frases de lameiras de caminhões contrapondo com a vida como ela é, sem nenhum pudor ou misericórdia para com nós da população, Andréa, utilizando da retórica de seus vastos anos no batente da escola, o que lhe fez a profissional que é do ramo do ensino, a professora, vereadora e líder do governo, “pissuída” do mesmo espírito de seu governo, já se deu conta da fadiga que ele está sendo para ela. Não menos inspirada que na semana passada, quando na casa legislativa fundara a ética e a moral; literalmente, ontem, fez seus colegas “ajoelharem no milho”, para ouvirem de sua boca o que se deve lembrar e que se deve esquecer em matéria de memória, justo Andréa que há poucos dias denunciou o roubo da verba do bairro João Calixto, mas que ela havia esquecido de que governo se tratava.

Nessa “monografia”, de um balé da memória humana, Andréa disse que o bairro do Grande Loteamento tem mais de 20 anos para ser concluído e que não são em meros 10, 20 dias que ele vai se erguer assim, do nada, num passe de mágica. Andréa não fez nada mais, nada menos do que querer livrar seu governo, esse mesmo que nada decide, que até para dar esperanças ao povo precisa fazer uma licitação no atendimento aos pleitos históricos relacionados ao bairro carente; ao mesmo tempo, querendo agradar seus moradores, apagando a vela de Deus sorrateiramente, e com fósforo molhado, tentando ascender a do diabo, sem os elogios habituais que ela costuma fazer ao poder, esse grande diabo que se interpõe contra o povo. Andrea simplesmente quis agradar aos dois senhores: primeiro a Adauto, o senhor das armas, da prerrogativa da caneta, do dinheiro e do poder, e, segundo ao povo das ocupações das casas do Loteamento, o senhor do voto. A vereadora costurou por fora, encheu linguiça, e embromou até altas horas para não dizer nada com nada. Doida para que a sessão de tortura da câmara, em que Adauto lhe colocou a canga miserável de, por ele, e em nome dele fosse ela quem a carregasse para dirimir e dar fim às questões de seu governo; torcia Andréa para que aquele cálice terminasse logo para que ela partisse.

Escrevo dessa forma, porque quando Andréa fala quem fala é o governo de Adauto, porque sendo sua líder, é ela a sua língua seus caninos e sua voz, e como voz, fala, fala e não fala nada, parecendo que carece de “fazer licitação” para ter sentido o que de sua boca sai. Andréa não vai aguentar muito tempo tolerando explicar através de enrolações e conversas fiadas o que significa sua inutilidade diante de todos, assim como é a face que, dorme e amanhece no seu espelho: a face de seu governo não passa de problemas e mais problemas se avolumando nos quatro cantos do município sem solução.

O que vi ontem na câmara foi um deprimente retrato, que ser vereador na gestão de Adauto nada significa. Adauto consuma a inutilidade da casa que, semanalmente, multiplicam-se as indicações de seus membros enquanto o executivo diz estar vendendo o almoço para pagar a janta. Vereador nenhum, inclusive o de Adauto vai conseguir algo com ele, daí, o governo de verdugos do médico, nitidamente, através de Andréa, se esvai em dor, lágrimas, clamor, ranger de dentes e muita conversa pra boi dormir. A sociedade vê tudo isso pelo rastro de agonia deixado toda terça-feira, através do microfone da vereadora Andréa que pede ao prefeito, que pelo amor de Deus para ele afastar dela este cálice.

Mas Andréa que diz ter uma boa memória, não tem. Sendo assim, Andréa dando aula de memória aos seus colegas de vereança se esquece do futuro radiante que ninguém terá no governo de Adauto, quando, é nele que, pela primeira vez se governa desgovernando, a não ser que esse futuro se restrinja a quem nele esteja ganhando bem, muito bem mesmo. Tudo em detrimento daqueles que vivem na mais áspera fronteira.

Literalmente, o governo de Adauto só tem a oferecer a sua líder aquilo que ele já vem oferecendo a toda sociedade: o fatídico abraço de um governo que já está com água até o pescoço e mais nada.

16 Comentários

    1. É pra dizer que sabe escrever. E tem erro de português grotescos em vários textos. Uma pessoa que se diz tão culta (ou tenta transparecer com esses textos chatos e tentativas de ser rebuscado), consegue escrever tão mal…

      1. “JOÃO”, PATRULHEIRO GRAMATICAL OU IDEOLÓGICO? SABEMOS A QUE SENHOR TU SERVE.

        Concordo plenamente contigo, amigo “João”, com uma leve observação: Primeiro que eu não ando por aqui me vangloriando de alguma coisa, ao contrário, já me rotulei de verme, blogueiro mequetrefe, idiota convicto disfarçado de otário, dentre outros adjetivos que não assentariam numa pessoa de bem e de cátedra como você. A minha luta, além da política, é a de que gente como você não me roube esses títulos.

        Segundo, eu entendo que a língua e a comunicação entre nós, não é o que se fala nem o que se escreve, mas o que se entende. Há uma diferença entre “meus pares”, vós, os humanoides de linhagens superiores: os que entendem porque entendem, e os que não querem entender, simplesmente, por causa daquilo que separam e às vezes nos juntam: a política.

        Sempre disse que tem gente com mais capacidade do que eu para escrever sobre qualquer coisa ou assunto em Itororó, e essas pessoas só pecam pela falta de ousadia e coragem, coisas que eu tenho de sobras e a elas lhes faltam.

        Quanto à última flor do Lácio inculta e bela, (a Língua Portuguesa), não vos preocupeis senhoras e senhores catedráticos, não irei tomar os vossos assentos em suas academias por pura incompetência minha, incompetência esta, adquirida às próprias custas, com muito suor.

        Como diria Descartes, parafraseando-o: Eu penso e digo o que penso e mostro a cara. Logo, existo. Quem não mostra a sua cara ao pensar, dispensa a existência. Logo, não pensa, e se torna dispensável.

        Meu pensamento está ligado a permanente luta política, o seu também. A diferença que eu luto uma batalha maior que a tua, eu luto contra os homens de carne e osso e luto contras os fantasmas.

        Pra completar, gosto de poesia e não escrevo dicionários. Apesar de eu achá-los imprescindíveis.Estou aqui para combater na arena da política e não para lecionar gramática. De modo que todos os “analfabetos” que me acompanham, (prós e contras) já entenderam, menos você, João.

        Quanto à você, especialmente, tem o direito de me enfrentar e de me agredir quanto ao que eu escrevo, porém, não te reservas o direito de dizer que não tenha entendido (a). Grandes escritores – longe de ser o meu caso – pouco sabiam de gramática, mas tinha seus assessores nas redações para auxiliá-los, eles não se tornaram grandes escritores pelo rigor técnico língua de seus estados, países, mas pela ideia e abordagens da vida em sociedade.

        Eu tenho certeza que você me entendeu quanto à matéria que você leu. O universo que se expande e paralelo á ele expande a mente humana. Para algumas pessoas, o universo continua expandindo e a mente de algumas não consegue acompanhar. Sou um dos portadores dessa deficiência.

        Espero que da próxima vez, tu “saia do armário” por uma razão correta, a da política. Nesse território, você não tem nenhuma chance de comigo pelejar, nem que tu, João, fosse o famoso escrivão do reino, Pero Vaz de Caminha.

        Por fim, entre a possibilidade do erro gramatical e o estelionato eleitoral de nossos, vossos atores sociais, eu fico com o primeiro.

        1. E este Escrivāo nāo sou eu e nāo sou o Joāo, né Milton? Para que alguns nāo pensem que fui eu quem fez o comentário sobre o teu texto. Todos nós somos passíveis de erros gramaticais, por mais cultos que sejamos. Abraço.

          1. Caro Walter, trata-se do escrivão Pero Vaz de Caminha, o primeiro da tripulação portuguesa. Quanto ao “João”, que me “esfaqueou pelas costas”, porque além de não entender bulhufas de política, deve constar da folha de pagamentos do erário, e, ao defender o que julga defender, me cobra uma taxa mínima pelo fato de, no título de uma matéria, eu escrevi prejuízo com “s”, porém no texto concernente, a palavra “prejuízo” estava correta. O “grande João”, do alto de sua sabedoria, me corrige como se a vida se resumisse numa falha gramatical.
            Nessa matéria, “Gramática”, assim como na vida, eu tenho tantos erros que os coloco em ordem alfabética de A, a Z. Porém, na política, quer “João” queira ou não, eu mexo com a vida dele todos os dias, assim como na vida daqueles que me dão a ousadia de ler meus malditos textos.
            Entre a sabedoria do “João” e a minha ignorância, existe um fosso imenso que nos separa. Eu sou um Milton Ninguém, enquanto o “joão” é esta celebridade histórica.

  1. Milton até a velhinha de Taubaté é cética quanto esse Governo natimorto
    A cidade parada, o comércio na UTI e Andrea em seus delirios e onanismos

  2. Honestidade, raridade deste país de espertezas,
    Onde política é escola para ficar rico da noite pro dia,
    Onde a miséria é inerente nesse país de riquezas,
    Onde se pune a verdade e glorifica a mentira.

    Não é falta de virtude no governo de Adauto, a Câmara de Vereadores é que está acostumada com discursos exaltados e nem sempre educados, neste sentido a postura da líder do governo foge à rotina. Melhor mesmo que seja mais incisiva sem precisar ser agressiva. Há de considerar que na sessão de terça feira foi a segunda a falar e sabidamente não iria deixar munição para seus aguerridos colegas e uma plateia obscurecida por falsos heróis, de soluções fáceis e ilegais.

  3. CONSIDERANDO QUE, QUEM ESTÁ COM ÁGUAS NO PESCOÇO, EM VIAS DE AFOGAR-SE ESTÁ; CONSIDERANDO AINDA, QUE QUEM ESTÁ SOB O COMANDO DESSE QUASE AFOGADO E DESPREPARADO GESTOR DEVE DE TODO MODO TENTAR SE LIVRAR DESSE PESO, DESSA CARGA, PARA COM ELE NÃO SE AFUNDAR NAS PROFUNDEZAS DAS ÁGUAS; CONSIDERANDO ISSO, NÃO TEM OUTRA ALTERNATIVA, QUE NÃO A LUTA PELA RENUNCIA DO DESPREPARADO, PESADO E QUASE AFOGADO PREFEITO, SE É QUE QUEREMOS VER ITORORÓ E SUA POPULAÇÃO CAMINHAR PARA FORA DAS PROFUNDAS ÁGUAS ACIMA CITADAS. SE O DESPREPARADO PREFEITO COM SUA EQUIPE, QUER SE AFUNDAR EM SUA PREPOTENCIA E ARROGÂNCIA QUE FAÇA ELE SOZINHO, MAS NÃO CONDENE A POPULAÇÃO JUNTO.

  4. olhe gente vocês não pode dize que vereador ruim e pesemo sai da camará que vereador e deputado sempre entra por legenda, o que é legenda, pra quem não sabe legenda e uma somatória de votos que soma do partido e elege o menos votado, que eu considero que já entro contra o povo, veja que tem vereador que teve muitos votos e ta de fora, e tem vereador que teve a menoria e ta ai eleito pelo o partido, que eu acho uma coisa errada mais e assim nos não pode da jeito deixa o pau quebra

  5. Muito bem milton essa vereadora ja nao sabe mais q dizer alem de lorotas pra boi dormir. Ela ja deve ter percebido que seus dias de vereadoras estao contados, os outros acordaram so essa vereadora metida a esperta vai afundar junto com esse prefeito.

  6. Ah, entendo, dizer que Dr. Adauto está com água no pescoço foi a forma que vocês encontram para homenageá-lo por ter construído uma big barragem no Rio do Meio, coisa que em outros governos água chegava lá através da solidariedade dos irmãos. Eta dor de cotovelo!

  7. LUIS GARCIA tem dito que o prefeito é um carrasco, estaria ele fazendo alusão ao: Carrasco nazista, e o médico e monstro? Seria o prefeito enganador, preconceituoso e averso aos pobres, o próprio Adolf Hitler? São indagações que encontram resposta no próprio comportamento do orgulhoso, prepotente e antidemocrático gestor que se esqueceu que foi eleito com titulo precário, (não recebeu o titulo de propriedade), para cuidar da melhor maneira dos interesses da população e não para tratar o município como se fosse sua propriedade, colocando gente incompetente e membros de sua família, isso É NEPOTISMO, PROIBIDO POR LEI.
    O médico e monstro:
    O Estranho caso de Dr. Jekyll e Mr. Hyde) de Robert Louis Stevenson, publicado em 1886. A história se passa em Londres, no século XIX. O médico e pesquisador ‘Henry Jekyll crê que bem e mal existam em todas as pessoas. Jekyll tem muita determinação para provar sua teoria, que é criticada por quase todos que conhece, inclusive por Charles Emery, o pai de sua noiva Beatriz. Após trabalhar incansavelmente em seu laboratório, Jekyll elabora uma fórmula. Não querendo colocar em risco a vida de ninguém, ele mesmo a bebe. Como resultado, seu lado demoníaco é revelado, que ele chama de Mr. Hyde. Mas o pior ainda estava por vir, pois, inicialmente, Jekyll acreditava poder controlar as aparições de Hyde, mas logo ele veria que estava totalmente enganado.
    Eis o resultado: O lado monstro prevaleceu!!! Seria o caso do prefeito carrasco nazista citado por Luiz Garcia? Tirem suas conclusões!!!

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