BARROSO: POUCOS PRESOS NO BRASIL TÊM MAIS PROVAS DO QUE HAVIA NO CASO AÉCIO


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DINHEIRO DEIXADO POR MARCO BRITO PARA LIQUIDAR DÍVIDAS DOS “RESTOS A PAGAR” ATRAVESSA O ANO E ADAUTO NÃO DEU SINAL DE QUE VAI RESOLVER

 

Milton Marinho

 

895 mil reais é a cifra que o ex-prefeito Marco Brito havia deixado para que Adauto efetuasse o valor aos agentes comissionados, servidores efetivos, contratados e fornecedores da prefeitura, mas o atual prefeito vem em sua gestão empurrando com a barriga o débito do chamado “Restos a pagar”35, II da Lei nº 4.320/64, que indica pertencer ao exercício financeiro somente as despesas nele legalmente empenhadas. … Consideram-se Restos a Pagar as despesas empenhadas mas não pagas até o dia 31 de dezembro distinguindo-se as processadas das não processadas.” de modo que o ano se finda sem Adauto sinalizar como vai tratar a questão que continuará aberta para o ano de 2018.

Um dos fornecedores me falou que perguntou a Adauto como ficaria a situação, já que ele forneceu mercadorias para abastecer o município e, Adauto devolve a pergunta com uma resposta improcedente, perguntando ao fornecedor se ele sabe aonde fora parar a mercadoria, dentre outras alegações convenientes para dar um ‘basta’ no assunto.

Com isso, Adauto ganha tempo e omite o que foi feito com os 895 mil reais deixados por Marco para pagamentos de trabalhadores e fornecedores das categorias acima citadas.

Independente da situação deixada por Marco, já que Adauto não fez uma auditoria na prefeitura para saber seu real quadro, a grana deixada pelo ex-prefeito tinha endereço certo.

Vale lembrar que quando a dívida é do município é o gestor atual quem responde por ela.

 

 


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Governo condiciona repasse a municípios a apoio à reforma da Previdência: ‘Molecagem’

Governo condiciona repasse a municípios a apoio à reforma da Previdência: 'Molecagem'

Presidente da UPB, Eures Ribeiro criticou pressão | Foto: Divulgação/ UPB

Após confirmar que liberaria o repasse emergencial de R$ 2 bilhões para as prefeituras de todo o país (leia aqui), o governo federal informou aos municípios nesta quinta-feira (28), dia do depósito da quantia, que não pagará mais o valor. Em entrevista ao Bahia Notícias, o presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Eures Ribeiro (PSD), acusou a gestão federal de condicionar a liberação do dinheiro para os prefeitos ao apoio à reforma da Previdência. “Eles disseram que, até o final da tarde, não conseguiram fechar as contas. Mas não foi nada disso. Foi uma molecagem deles. Eles fizeram uma tentativa de golpe com essa manobra para votar a reforma”, criticou, em tom irritado, o comandante da UPB. Ainda segundo Eures, o governo “enganou e sapateou” com os municípios. “O sentimento é de revolta no Brasil. Eles tinham feito reunião em Brasília, dizendo que pagariam neste ano”, lamentou. Com a Medida Provisória do Auxílio Financeiro aos Municípios, como era chamado o repasse, a estimativa é de que a Bahia receberia R$ 200 milhões para serem repartidos entre as cidades. No último dia 26, o ministro da Secretaria de Governo, Carlos Marun, admitiu que o governo federal está condicionando a liberação de financiamentos para os estados em troca de apoio à reforma. A declaração gerou revolta nos governadores do Nordeste, que chegaram a fazer uma carta ameaçando processar Marun caso as ameaças continuem (veja aqui).

 

 

por Lucas Arraz / Bruno Luiz


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ITORORÓ VAI RECEBER TAMBÉM: Municípios baianos devem receber repasse federal de R$ 200 mi nesta quinta-feira

Municípios baianos devem receber repasse federal de R$ 200 mi nesta quinta-feira

Foto: Divulgação / UPB

 

O repasse emergencial de R$ 2 bilhões para prefeituras de todo o Brasil será pago ainda nesta quinta-feira (28), garantiu o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Carlos Marun, em reunião na presidência nesta quarta (27). A Medida Provisória do Auxílio Financeiro aos Municípios (AFM), como é chamado o repasse, é uma reivindicação de prefeitos que iniciou com mobilizações na Bahia, pela União dos Municípios da Bahia (UPB), seguidas por movimentos estaduais e um grande protesto dos municípios em Brasília, no mês de novembro. Ao Bahia Notícias, o presidente da UPB, Eures Ribeiro, defendeu que o cumprimento do compromisso financeiro assumido pelo governo federal irá ajudar os cofres municipais a pagarem suas contas, como o 13° salário de servidores. “Esse aporte não é muita coisa, mas ameniza o sofrimento dos municípios. Vai ajudar a pagar muitas contas”, afirmou. Pelas contas do presidente da União dos Municípios, cerca de 60% das prefeituras baianas vão ficar sem pagar o 13° salário (veja aqui). Para a Bahia, são esperados cerca de R$ 200 milhões que serão repartidos pelos municípios, de acordo com o número de habitantes de cada um.

 

BAHIA NOTÍCIAS


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Adauto e sua propaganda pra boi dormir

 

Milton Marinho

 

A peça publicitária do Governo da Cidadania, de Adauto, (acima), que circulou semana passada nas redes sociais, onde o próprio aparece dizendo que estava abrindo mão do Décimo Terceiro salário e do terço de Férias – questão decidida pelo Supremo para todos os municípios do Brasil – é extremamente controversa; não só pelo fato da situação do município refletir uma realidade, da qual Adauto sabe muito bem que, deve ele enxugar a máquina deficitária encontrada por ele, – a prefeitura – para que ele pudesse usufruir do benefício concedido. Portanto, se arvorar generoso com a cidade, dizendo que abriu mão do décimo e do terço de férias é o mesmo que chamar a população de otária, de acéfala, de burra que não sabe pensar, quando ele propaga dizendo que abriu mão dos proventos da decisão do STF, para ele, o vice e os secretários. Não é bem assim que a banda toca Adauto…

Primeiro que Adauto está literalmente impossibilitado de pleitear os direitos, pois, cansado de dizer que vai tomar medidas duras para arrumar a casa diante da herança que recebeu dos ex-gestores, o que significa ajustar percentuais que excedem o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal, que é de 54% e que já se encontra em 66%, no seu quadro pessoal, isso quer dizer que há um inchaço enorme na folha, de modo que, a qualquer momento, mesmo sem os acréscimos do décimo e das férias, que ele diz ter aberto mão, ele já tem uma bomba prestes a explodir no seu colo, que são os limites excedidos da lei de responsabilidade como um dos fatores principais para que o TCM lhe encurrale numa rejeição de contas no exercício de seu primeiro ano de governo.

Por qual motivo Adauto não foi pra cima da Câmara de Vereadores para que estes aprovassem em votação o décimo e as férias para ele, o vice e os governantes do primeiro escalão? Não foi porque ele não quis, foi Porque ele não pode. Aumentar a folha com essa verba seria um contra senso dos mais insanos que no final das contas deporia contra ele, (vontade não lhe faltou).

Imaginemos que Adauto, o mão de figa, tivesse realmente aberto mão de ganhar um dinheiro oriundo de um pleito legítimo, já que não foi ele quem criara esta lei para engordar cada vez mais seu patrimônio, é claro que, além de pensar em si, seria ele pressionado pelos secretários para que a câmara votasse a favor. A mesa dos escarnecedores estava posta, porém, um impeditivo jurídico barrava a farra do banquete.

Voltemos a imaginar que Adauto, o caudilho mão de figa, por um instante, ficasse bonzinho e abrisse mão desse ganho a mais. Leia Mais


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SAQUE ACIMA DE R$ 50 MIL DEVE SER INFORMADO COM 3 DIAS ÚTEIS DE ANTECEDÊNCIA


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MIRO MARQUES: LUIS CARLOS ALMEIDA DE CASTRO PRIMEIRO PADRE FILHO DE ITORORÓ!

 

 MIRO MARQUES   

 

Para quem não se lembra, aqui vai um pequeno alerta ou um lembrete eu diria, o primeiro padre filho de Itororó foi Luis Carlos Almeida de Castro, ordenado em 05 de Dezembro de 1993 pelo Seminário São Camilo da capital paulista, que estaria comemorando, neste mês, 24 anos de sacerdócio.  Após ser ordenado sacerdote, o padre Luis Carlos, assumiu a Paróquia de Nossa Senhora Aparecida da Vila Zate, zona oeste de São Paulo, tendo de imediato, como seu primeiro projeto, e para alegria dos seus paroquianos, a construção do novo templo da Igreja de Nossa Senhora Aparecida. A festa de inauguração contou, inclusive, com a presença marcante de seus pais, irmãos e conterrâneos de Itororó na Bahia que fizeram questão de ir a São Paulo para compartilhar dos júbilos daquela ocasião onde foi servido um suculento churrasco bem a moda baiana.

Luis Carlos, o menino que nasceu, cresceu, estudou e brincou pelas ruas de Itororó, voltou à sua terra natal e foi recebido, triunfantemente, pela população, como herói. Uma grande carreata o estava esperando para percorrer as ruas da cidade sob queima de fogos de artifícios até a Igreja Matriz de Santo Antonio, onde o jovem reverendo celebrou, jubilosamente, a sua primeira missa na Igreja de sua cidade. Ali, outrora, ele iniciara sua vida religiosa como coroinha, tendo a direção espiritual do colombiano Padre Simeon Ibarra Torres.

Entretanto, e para tristeza geral de seus conterrâneos, 5 anos depois, o jovem religioso deixou falar mais alto a voz do coração, abandonando a batina para unir-se em matrimônio a uma garota da Paulicéia. Porém, este fato não ficou isolado em Itororó, pois em 1971 o Padre Sinval Bruno que foi pároco local, também optou por abdicar da batina para se casar com uma jovem da sociedade itororoense. Seu nome: Zuleide Amarantes de Menezes.

Luis Carlos Almeida de Castro é natural de Itororó – Bahia, nasceu no dia 25 de agosto de 1961, fruto da união matrimonial de José Vital de Castro e Edelzuita Almeida de Castro. Estudou no Colégio Estadual Getúlio Vargas e ali terminou o Ensino Fundamental. Cursou Contabilidade Técnica pelo Centro Educacional de Itororó e enquanto estudava dava vazão à sua vocação religiosa atuando como coroinha. Habilitado em Contabilidade Técnica e sedento de vontade de servir a Deus, como um verdadeiro cristão, o jovem Luis Carlos partiu para São Paulo capital, onde se matriculou no Seminário São Camilo e dali só saiu ordenado padre para rezar missa em qualquer paróquia. O Bispo Diocesano responsável pela a Imposição das Mãos e a Oração Consecratória foi Sua Reverendíssima Dom Angélico…

Essas razões levariam o Padre Gilmar Oliveira Santos ser o único filho de Itororó a ostentar a batina até 2008, ano do cinquentenário de emancipação política do Município.

Enquanto isso, nosso estimado Luis Carlos Almeida de Castro, ganhava do Clero mais 5 anos para se arrepender e voltar à sua missão de evangelizador, porém, o agora cidadão comum, preferiu mesmo continuar, simplesmente, como professor, ao lado da esposa e filhos, na capital paulista. Dona Edelzuita, sua querida mãe, ainda alimentou vivas esperanças durante todo o período dado pela Arquidiocese, para ver seu filho outra vez celebrando, como sacerdote, a Palavra do Senhor, mas, com profundo pesar, viu exaurir todas as suas esperanças…    

 

                           


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Quem está longe dos pobres, está longe de Cristo

Foto: Shana Reis

Leonardo Boff

 

O Natal nos faz lembrar nossas origens humildes. O Filho de Deus não quis nascer num palácio com tudo o que lhe pertence em pompa e glória. Não preferiu um templo com seus ritos, incensos, velas acesas e cânticos. Sequer buscou uma casa minimamente decente. Nasceu lá onde comem os animais, numa manjedoura. Os pais eram pobres operários, do campo e da oficina, a caminho de um recenseamento imposto pelo imperador romano.

Esta cena nos remete à situação presente no país e no mundo: milhões e milhões de pobres, muitos famélicos, outros tantos milhões de crianças cujos olhos quase saltam do rosto por causa da fome e da fraqueza. A maioria morre antes de atingir 3 anos. Eles atualizam para nós a condição escolhida pelo Filho de Deus.

Ao escolher aqueles que não são socialmente e os tidos como invisíveis, o Filho de Deus nos quis passar uma mensagem: há uma dignidade divina em todos estes sofredores. Face a eles devemos mostrar solidariedade e compaixão, não como pena, mas como forma de participar de sua paixão. Sempre haverá pobres neste mundo, já o disse a Bíblia. Razão a mais para sempre retomarmos a solidariedade e a compaixão. Se alguém caminha junto, estende a mão e levanta o caído, mais ainda, se alguém se faz companheiro, quer dizer, aquele que comparte o pão, o sofrimento se torna menor e a cruz mais leve.

Quem está longe dos pobres, mesmo o cristão mais piedoso, está longe de Cristo. Cabe sempre recordar a palavra do Juiz Supremo: ”O que fizer ou deixar de fazer a estes meus meus irmãos e irmãs mais pequenos: os famintos, os sedentos, os encarcerados e os nus, foi a mim que o fez ou deixou de fazer (Mt 25,40).

O Natal é uma festa da contradição: ela nos recorda o mundo que ainda não foi humanizado porque somos cruéis e sem piedade para com aqueles penalizados pela vida. O Natal nos recorda a mesma situação vivida pelo Verbo da vida, o Filho feito carne.

Por outro lado, no Natal nos alegramos que Deus em Jesus “mostrou a sua bondade e jovialidade para conosco” (Epístola a Tito 3,4). Alegra-nos saber que Deus se fez criança que não julga nem condena ninguém. Quer apenas, como criança, ser acolhido mais que acolher, ser ajudado mais que ajudar.

Apraz-me terminar esta pequena reflexão com os versos do grande poeta português, Fernando Pessoa. Poucos disseram coisas mais belas do que ele sobre o Menino Jesus:

Ele é a Eterna Criança, o Deus que faltava.
Ele é o humano que é natural,
Ele é o divino que sorri e que brinca.
E por isso é que eu sei com toda certeza
Que Ele é o Menino Jesus verdadeiro.
E a criança tão humana que é divina.

Damo-nos tão bem um com o outro
Na companhia de tudo,
Que nunca pensamos um no outro.
Mas vivemos juntos os dois
Com um acordo íntimo,
Como a mão direita e a esquerda.

Quando eu morrer, filhinho,
Seja eu a criança, a mais pequena.
Pega-me tu ao colo
E leva-me para dentro de tua casa.
Despe o meu ser cansado e humano
E deita-me na tua cama.

E conta-me histórias, caso eu acorde,
Para eu tornar a adormecer.
E dá-me sonhos teus para eu brincar
Até que nasça qualquer dia
Que tu sabes qual é.

Depois desta beleza singela e verdadeira só me resta desejar um Feliz Natal sereno a todos dentro de nosso mundo tão conturbado.

*Leonardo Boff é teólogo e escritor

 

 


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Bancos públicos, a lógica da agiotagem

tarifas

POR  · 26/12/2017

 

 

Dirigidos, no Governo Lula, para estimular a economia e facilitar o acesso ao crédito, os bancos públicos, sob Michel Temer, voltaram a operar sob a mesma lógica extorsionista do sistema bancário do Brasil.

As tarifas, sobretudo na Caixa, tiveram elevações brutais, como se vê na tabela publicada pelo site Infomoney, produzida pelo Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor.

O banco está descapitalizado e desertou até de seu papel histórico de financiador do sistema habitacional. Quem aprovou crédito imobiliário desde outubro, mesmo que em parcela pequena do valor total, pagou vistoria, assinou papéis e…ficou chupando dedo e pressionado por quem vendeu financiado, porque os valores pararam de ser liberados e não têm data para voltar.

No Banco do Brasil, os microempreendedores individuais – uma grande conquista na formalização do trabalho “por conta própria” – pagam seis vezes mais pela abertura de uma conta.

Clientes com mais de 20 anos de relacionamento, para obter um pequeno empréstimo, são extorquidos com taxas de juros superiores a 6% ao mês, ou 100% anuais, mais caras que as de agiotas. Não é figuração, é experiência própria.

Até no crédito consignado, que tem risco zero, a taxa anda, na Caixa, em torno de 28% ao ano, quatro vezes mais que a taxa Selic.

Não vou falar em cheque especial e em cartão de crédito, porque não sou sádico.

O fato concreto, porém, é que sem que se imponha um diferencial positivo aos bancos públicos, a banca privada vai ocupando os espaços e ganhando mercado.

 

 


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Mega da Virada pode pagar R$ 280 milhões, maior prêmio da história

Mega da Virada pode pagar R$ 280 milhões, maior prêmio da história

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

Quem acertar as seis dezenas do concurso da Mega da Virada este ano receberá o maior prêmio da história do concurso. O sorteio do próximo dia 31 de dezembro deve pagar R$ 280 milhões àqueles que tiverem a sorte de marcar os números que darão o passaporte para a vida milionária. De acordo com estimativas, se o dinheiro for aplicado na caderneta de poupança, que nem é considerada a melhor opção de investimento, o rendimento mensal seria de R$ 1,6 milhão. A chance de acertar as seis dezenas é de 1 em 50 milhões. A aposta mínima é de R$ 3,50 e pode ser feita até as 14h do dia 31.

 


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CAUSOS E FATOS: ALMIR PORTELA

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A Cobra

 

Haroldo e Miguel são dois compadres inseparáveis, parecem que são irmãos, trabalham na fazenda do senhor Fernando lá pras bandas de Carangola, nas Minas Gerais, pois bem, Haroldo é casado, três filhos pequenos, e trabalha na lavoura de café, já o Miguel é um solteirão convicto, nunca pensou em casar, segundo sua filosofia, não quer ser escravo de mulher, ele trabalha na pecuária, gosta de labutar com os animais, e assim vai vivendo a vida de acordo com a ocasião, como a fazenda é grande e tem muitos funcionários, o senhor Fernando não quer perder nenhum, ele valoriza o bom funcionário. Tinha na fazenda três funcionários já bastante cansados com as idades avançadas, eles queriam aposentadoria, pois suas forças não eram as mesmas, queriam sair para não prejudicar o patrão, todos tinha uma queixa, por exemplo, Joaquim sentia muitas dores na coluna, Alfredo dizia que suas mãos tremiam muito e Nelson tinha dificuldades para andar, pois seus pés arrastavam, o Fernando homem experiente pensou bastante até encontrar uma solução, pois não queria de maneira nenhuma perder seus valorosos funcionários, chamou os três e foi taxativo, para Joaquim que sofria da coluna ele diminuiu o cabo da enxada, ele fazia os buracos, Alfredo que tremia as mãos semeava os grãos e Nelson com seus pés arrastando vinha completar o serviço, tampando os buracos devidamente com os grãos semeado, todos concordaram e a fazenda voltou a produzir até mais.

Voltando aos personagens Haroldo e Miguel, eles costumavam pescar nos dias de folga, e assim num domingo ensolarado com um calor acima dos 35 graus, eles foram à bendita pescaria, mineiro já viu, gosta de pitar seu cigarrinho de fumo de rolo levado à famosa destilada, bebida que quase toda fazenda tem. Por volta das 16h00 Miguel já meio manguaçado, resolve tomar um banho no rio, tirou as calças ficando de calção mergulhou nas águas morna do rio, ficou banhando uns 10 minutos, preparou para sair apoiando no capim para subir uma pequena ladeira, de repente sentiu que sua mão foi picada por uma cobra, ele virou bicho, com a outra mão deu uma porrada na peçonhenta que morreu na hora, Miguel levantou rápido falou com Haroldo o acontecido, e foram direto ao pronto socorro, comentou com o plantonista o que aconteceu, o plantonista disse que sem a cobra ele não podia atender, pois queria ver a cobra e seu grau de veneno, Miguel nem se abalou, virou para o plantonista e falou, o senhor vai examinar agora pois, enfiando a mão no bolso tirou a danada e disse, a “fia duma égua queria me matar, quem morreu foi ela, tai essa finada”. O plantonista quando viu a cobra desmaiou.

 

 

 


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