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Cultura

BRIGA DE RUA: FATOS E CAUSOS DE ALMIR PORTELA

POR ALMIR PORTELA

BRIGA DE RUA

Eu pensei que no paraíso era um lugar de paz e tranqüilidade. Esta paz tão esperada foi quebrada, fato que nenhuma pessoa acreditava que iria acontecer, principalmente pelos envolvidos, se eu não estivesse presente também não ia acreditar pelo fato de serem pacatos, mansos. Vamos aos fatos, tudo começou por volta das 8h00, quando eu previamente tinha preparado a ração da minha criação, ás 4h00 eu passo no moinho 1 quilo e milho, trituro bem fino para os canários e seus convidados, no começo é uma festa, comem, e às vezes quando amanhecer alguma poças de água, eles vão dá um mergulho, passando ali a manhã toda, entre o banho e a ração, fica em torno de 50 a 60 canários, cardeais, e mais alguns, inclusive, os personagens principais deste causo, as rolinhas, já tinham uma fazendo sua refeição matinal quando chega ou seu ou sua namorada(o), eu como não tenho nada com esse encontro,saiu de fininho pego meu celular e começo a registrar os fatos, a que tinha chegado mais cedo estava sossegada, se fartando, chega o(a) braba(o), e disse alguma coisa que ela não gostou, ai o bicho pegou, deixando a comida de lado pegou um objeto que não vi o que era, partiu pra cima conseguiu o que queria.

Como sou observador e crítico, não perdi o lance, fiquei pensando como era que ia contar esse caso, como é a primeira vez que conto este tipo de causo, iniciei assim: Pela primeira vez presenciei uma briga inédita, uma rola correu atrás de outra chegando a sufocá-la, pois ela conseguiu pegar no pescoço da outra rola, e apertava com tanta força que a cabeça da rola começou a pender para um lado. Foram testemunhas dois Cardeias, três canários e logicamente, o fofoqueiro que ver tudo, o Bem te Vi.

5 Comentários

  1. Caros leitores este fato aconteceu realmente, como eu sirvo a refeição e saiu, nunca tinha percebido que tinha briga, pensei por se tratar de pássaros era só harmonia, puro engano, já ouvir muitos casos de rolas, iguais a estas só na minha criação. Oh rolas brabas.

  2. Presenciei inúmeras vezes o episódio da preparação e alimentação das aves na Casa de Praia em Águas de Olivença. É uma festa, acompanhada bem cedinho de uma caminhada à beira-mar e a celebração da chegada do Astro-Rei, como o próprio narrador tio Almir chama o Sol.

    Agora essa briga de rolinhas, pra mim, é inédita. Deve ter sido porque a “rola macho” estava de olho num rabo de saia, digo, rabo de ave diferente, fazendo com que a “rola fêmea” ficasse com ciúme e partisse para a agressão. Eita que farra desses bichos. Kkkk

    Excelente, tio Almir. Sua narrativa nos faz entrar num mundo de imaginações, onde tudo é possível. Algo que está faltando muito nos leitores, cada vez mais raros, hj em em dia. Parabéns!

    Prof Allan Sousa

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