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Cultura

CAUSOS DE ALMIR PORTELA: A CADELA RISONHA

Por Almir Portela

 

Gracindo, em O BEM AMADO: a senhora Arcanja me contou que o senhor Claudino tem costume de dormir várias vezes ao dia, basta o sono dá o sinal, ninguém segura, pede licença e vai pra cama, dorme mais ou menos uma hora, acorda meio sonolento e sai numa boa. Como eles criam cachorros e foram mal acostumados, juntam todos em cima da cama, que algumas vezes não tem espaço para um do casal. Num belo dia dona Arcanja pôs comida para os cachorros e acompanhou de perto se eles comeram. O senhor Claudino, assim que almoçou, o sono chegou e foi direto para sua soneca habitual. Uma hora depois, acordou e viu que sua esposa estava terminando de lavar as vasilhas quando ele pergunta pra ela se uma das cachorras que é sua seguidora, que mais parece um carrapato, se ela tinha “almoçado” e ele respondeu que sim. Ele que tem prótese dentária, notou que estava sem ela, assustou-se, voltou para o quarto para procurá-la e sem sucesso. Chamou dona Arcanja e anunciou que tinha perdido a sua prótese, ela também assustada perguntou como foi isso, se não tinha engolido? Ele disse que era impossível, como era que passava pela garganta sem sentir? Aí os dois começaram a “caça ao tesouro”, tira lençol, fronha, travesseiro e nada, e dona Arcanja, muito calma, resolve suspender a cama…

Dona Arcanja, viu a fujona do lado oposto onde seu Claudino dormia. Não é que a danada da prótese riu e gostou da brincadeira.

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