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Itororó

ADAUTO FAZ CONVÊNIOS COM A LADI DE 128 MIL REAIS, COMETENDO GRAVE IRREGULARIDADE

Por Milton Marinho

Apesar de ser noticiado que o convênio celebrado entre a Prefeitura Municipal e LADI, (Liga Amadorística Desportiva de Itororó), seria no valor de 6 mil reais/mês, o prefeito Adauto e o responsável pela pasta da Secretaria de Relações Institucionais Comunicações e esporte, Paulo Carneiro Rios, conferiram repasses vultosos para a liga que ultrapassam o que foi divulgado.

Num curto espaço de tempo, entre o dia 2 de maio e 1º de agosto de 2018, a prefeitura celebrou com a LADI convênios nos valores de 128 mil reais, porém os empenhos registram 133 mil. Levando em consideração aos valores do convênio previamente anunciado, -de 6 mil reais- Adauto deposita na conta da emblemática e problemática Liga, cifras que vão muito além.

DA IRREGULARIDADE:

Vamos por parte:
1) Nos convênios celebrados com a LADI, através do ainda não titular da entidade, Souza, assina o documento no dia 2 de maio, sem legitimidade para assinar, porque a eleição que o tornaria presidente da instituição desportiva (LADI), só se daria 7 dias depois, no dia 9 de maio, o que constitui por parte do governo uma fraude escancarada.

Se confirmada a fraude, Adauto comete graves irregularidades, pois, com as assinaturas, o prefeito dá um passeio por cima da Lei de Licitações, código penal e Lei de Improbidades Administrativas, (LIA).
2) Uma outra situação registrada é que ambos os convênios têm o mesmo número de série: 0006/2018 – sendo que o primeiro convênio, de 48 mil reais, foi assinado no dia 2 de maio, e o segundo convênio de 80 mil reais, foi assinado em 1º de agosto de 2018.

3) Por fim, vejo o presidente Souza como mais uma vítima do prefeito Adauto, que usou Souza para algum tipo de manobra administrativa, que não confere com as regras da lei. Souza, por outro lado, embriagado pelos incensos do poder, não resistiu à tentação de atender os pedidos do chefe, está pagando caro em matéria de difamação e cobranças nas ruas e nas redes sociais; coitado!

A LADI, mais do que nunca, precisa ser passada à limpo, para não se tornar se tornar ela, uma enorme lavanderia do dinheiro público, ou uma gigante esfinge que precisamos decifrá-la, para não sermos por ela devorados, onde, o prefeito Adauto, se apresenta para a sociedade itororoense, como o mais novo e perfeito exterminador do futuro.

Para tentar limpar sua barra, Souza vai ter de se explicar de que forma o dinheiro saiu da LADI para os credores que demoraram para receber.

As más línguas dizem que a entidade ainda deve na praça.

4 Comentários

  1. A Ladi de Itororó não é diferente da CBF, entidade que será investigada pelo novo Presidente Bolsonaro. Parabéns ao blog por nos trazer essas mazelas da P. M. de Itororó, o bambu vai gemer!

  2. Alguma coisa está errada nesse negócio, as datas não combinam, empenhos fora da realidade, a Lado devendo na praça e o dinheiro saiu da prefeitura. Alguma coisa está muito errada, ou é mais uma mutreta do governo

  3. A decisão do prefeito pela falta de Transparência como manda a lei: 12.527/2011, expondo num site para que toda a população possa fiscalizar e acompanhar os atos do gestor, (inclusive as notas fiscais), preferindo ele pelo sigilo dos detalhes, é uma completa violação da Constituição. Os princípios são da Publicidade e Responsabilidade. A regra é a Transparência total. Os negócios públicos devem ser públicos porque as decisões são de interesse do povo, o dinheiro é do povo, dono da coisa pública. E são públicos porque o prefeito deve ser responsabilizado pelo povo por ocasião das eleições, ou antes. Não existe argumento plausível, para que coisa pública seja feita em segredo – algo que o prefeito certamente gostaria – já que certas decisões podem sujeitar o Executivo a retaliações do Legislativo e da População. Os negócios públicos devem ser públicos, se não se transformam em negociatas. Parabéns ao blogueiro, por estar sempre atento, caso contrário seria bem pior.

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